Curso de condutores de trilhas e caminhadas ecológicas foi realizada em Marituba

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A Secretaria de Estado de Turismo (Setur), realizou na primeira semana de maio o  2º Curso de Condutores de Trilhas e Caminhadas Ecológicas com o objetivo de condicionar profissionais de turismo a um modelo alternativo de gestão turística realizada em áreas naturais, gerando benefícios e a conservação das biodiversidades existente no estado. Participaram da ação a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Instituto Federal do Pará (IFPA), Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBM-PA) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Marituba.

As atividades de aulas práticas e teóricas foram realizadas no Instituto de Ensino de Segurança Pública do Pará (Iesp), em Marituba e o atendimento pré-hospitalar, foi realizado no 2º Grupamento de Busca e Salvamento/Grupamento de Socorro e Emergência, em Belém. Durante a palestra sobre educação ambiental, ministrada pela Gerente de Projetos e Programas de Educação Ambiental da Semas, Sineide Wu, foram abordadas as diretrizes de educação ambiental da secretaria, com destaque para o Programa Estadual de Educação Ambiental, Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) e Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema), educação ambiental na esfera formal e não formal e conservação  e preservação do meio ambiente. Sineide destaca ainda que o curso iniciou com um alongamento corporal, exercício vocal e em seguida uma apresentação do jogo “amigo do meio ambiente” para os alunos participantes. “Este primeiro momento de relaxamento é importante para qualquer condução de trilha” ressalta.

Com o curso  os participantes, foram capacitados a trabalharem como condutores de trilhas no Refúgio de Vida Silvestre (Revis), exclusivamente na área de proteção ambiental, conduzindo com segurança os visitantes locais. Condutores de visitantes são responsáveis pela condução em segurança de grupos de visitação aos locais permitidos das unidades de conservação. Eles desenvolvem atividades interpretativas sobre o ambiente natural e cultural visitado, além de contribuir para o monitoramento dos impactos socioambientais nos sítios.

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